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| Crédito: Skyimages (iStock) |
O autoconhecimento é, em essência, um tesouro a ser encontrado. Tesouro esse: recôndito, no mais íntimo em nós, escondido, soterrado sobre inúmeras camadas.
Desconsideração, equívocos, inobservâncias, que deixamos passar com o desleixo de quem nunca se sente pleno, rico, possuidor de possibilidade.
Cavando a Terra, sulco a sulco, ferindo o subsolo tantas vezes, se acha materiais lindos, reluzentes que encantam corações e olhos. É a faceta mais bruta dos potenciais ao nosso dispor. Nosso subsolo é a alma, quiçá mesmo, o Espírito. A ser alcançado, não como marreta ou implosões. Só o amor alcança profundidades e alturas nessa prospecção que nos faz encontrar os tesouros que todos somos.
Ludibriados pelas piritas e vidros reluzentes. Tantas vezes nos deixamos enganar pela aparência. Quando nem tudo o que reluz é ouro, ou diamante. Somos o maior tesouro, como nos lembra Jesus quando tantas vezes toca em valores monetários falando dos valores espirituais. Para quem ama uma dracma, uma pérola, é um estímulo do amor que serve ao buscador ir ao encontro de si mesmo.
Há muito valor e beleza na vida. E nossos olhos espirituais precisam alcançar a tudo isso, embora as tragédias e desafios pelos quais todos passamos. Toda a natureza é o amálgama do Amor que busca sintetizar as belezas do Divino.
Deixemo-nos enriquecer dos valores do espírito. Não matemos nossa alma em busca do tesouro que enferruja. Cada estrela no céu é uma fornalha de elementos, que nos constitui a lição perene da Vida de que somos divinos e estelares.
Com muita paz,
vosso irmão Cláudio.
Grupo Espírita Esperança – GESPE, 17 de maio de 2026.

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